CPI da Previdência é pauta de mais uma reunião na ALMT; Diretoria do Sintap acompanha interrogatório

Quarta, 18 Setembro 2019 04:26 Escrito por  tamanho da fonte diminuir o tamanho da fonte diminuir o tamanho da fonte aumentar o tamanho da fonte aumentar o tamanho da fonte
Durante todo o processo realizado pela CPI, a comissão tem feito consultas constantes ao Fórum Sindical, que tem participado de forma assídua dos encontros na ALMT.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência foi instaurada no mês de março deste ano da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), desde então, os deputados que compõe a comissão, sendo eles, João Batista (presidente), Paulo Araújo (vice-presidente) e Thiago Silva (relator), buscam apurar o histórico da previdência dos servidores públicos estaduais e entender de que forma ela compromete a economia de Mato Grosso. 

Desde o inicio dos trabalhos, diversos setores já foram ouvidos e outros estão na programação para prestarem depoimentos, já que de acordo com o presidente da comissão, é preciso que a CPI tenha em mãos números reais do déficit e da contribuição da previdência. Segundo Batista, as informações disponibilizadas hoje são truncadas e não mostram a realidade.
“Hoje, o estado afirma que há um déficit previdenciário de quase R$ 1 bilhão no fundo previdenciário, mas nada conclusivo. No estado existem cerca de 105 mil servidores na ativa contribuindo com a previdência estadual e pelo menos 30 mil aposentados e pensionistas. A CPI esta levantando todos esses números e, com isso, saber se houve desvio financeiro da previdência”, disse João Batista.
 
Durante todo o processo realizado pela CPI, a comissão tem feito consultas constantes ao Fórum Sindical, que tem participado de forma assídua dos encontros na ALMT. O andamento dos trabalhos também tem sido acompanhado pela diretoria do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário, Pecuário e Florestal de Mato Grosso (Sintap/MT), representante dos servidores do Indea e Intermat. “Nós estamos acompanhando de perto todo o desenrolar desta investigação para saber o que de fato ocorreu, além disso, acreditamos que somente através deste trabalho da CPI é que iremos descobrir se realmente há um déficit financeiro que o governo alega existir no fundo de previdência dos servidores do Poder Executivo e de que forma ele surgiu”, afirmou Rosimeire Ritter, presidente do Sintap/MT.
 
Quem também tem acompanhado a investigação dos parlamentares é o Conselheiro de Previdência do MT PREV, Sr Luiz Claudio. 
 
Na tarde desta terça-feira (17.09), por exemplo, houve mais uma reunião da Comissão, a 6 delas e que tinha como pauta principal ouvir Anélio Goduberto de Andrade, liquidante extrajudicial do Ipemat. 
 
A próxima oitiva ficou marcada para o dia primeiro de outubro, com outro ex-liquidante extrajudicial do Ipemat, Sebastião Rodrigues da Silva.
 
Após ser instaurada, a CPI tinha um prazo de 180 dias para realizar o levantamento das informações, sendo que posteriormente, no dia 03 de setembro, foi aprovado a prorrogação por mais 180 dias. No final dos trabalhos, a comissão deve apresentar um relatório conclusivo e, com isso, propor ações que visem orientar a formatação de políticas financeiras e de novas regras para o prazo de contribuição para os servidores públicos.
 
“A prorrogação dos trabalhos, que inicialmente deveriam ser encerrados no próximo dia 23, foi necessária para dar continuidade às investigações e análise de documentos recebidos pela CPI”, informou o presidente da comissão.
 

Autor/Fonte: Assessoria de Imprensa/Sintap-MT

 
 
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Sintap-MT

Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário, Pecuário e Florestal do Estado de Mato Grosso.

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